Subcâmaras

A capacidade de inovar é uma característica determinante de nações desenvolvidas. Essas inovações geram impactos positivos e mensuráveis no desenvolvimento econômico e social. É importante ressaltar que os benefícios oriundos destas inovações, em geral, atingem a população através do aparecimento de novas empresas, ou do licenciamento de tecnologias para empresas já existentes.

Estas empresas nascentes, conhecidas como “spin-offs” usualmente localizam-se nos arredores das Universidades, contribuindo para a formação de pólos regionais de inovação, criação de empregos e adensamento tecnológico.

Neste contexto, embora não seja uma missão da Universidade garantir a comercialização das tecnologias desenvolvidas por seus pesquisadores, fica claro que as contribuições dadas para esse processo ocupam um lugar central, sobretudo nas áreas consideradas como portadoras de futuro.

A pesquisa universitária e as empresas nascidas/alimentadas por tais pesquisas funcionam como uma força motriz por trás da inovação em países desenvolvidos, fornecendo bens essenciais para as indústrias intensivas em conhecimento.

Desta forma, a relação universidade-empresa é um importante aspecto do processo de inovação e vem merecendo crescente atenção por parte dos formuladores de políticas públicas, tanto do ponto de vista de fomento como também no arcabouço legal que rege essa relação (Lei de Inovação Tecnológica)

Formas de atuação:

Buscaremos atuar, conforme a estrutura de "Grupo de Pesquisa", sempre em caráter consultivo em parceria com a Agência UFRJ de Inovação, visando propor ações educativas e discussões acerca dos conflitos éticos que se apresentam e são inerentes à interação Universidade-Empresa. Dentro deste contexto, atuaremos de forma não exclusiva:

• Na manifestação sob demanda em relação às questões éticas relevantes acerca das relações universidade-empresa em múltiplos níveis, sempre com caráter consultivo;

• No desenvolvimento de ações educativas, visando à promoção da cultura do empreendedorismo na UFRJ, através da geração de um ethos multidisciplinar que abrace nosso corpo docente e discente;

• Na construção de uma visão estratégica da relação universidade-empresa, com o objetivo de aprimorar mecanismos que garantam os interesses da Universidade no processo de inovação, e de pensar e propor mecanismos para garantir a transparência das pesquisas em parceria com atores externos.